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Será que os podólogos que criticam o uso de calçado minimalista realmente querem ajudar?

Posted on4 Months ago by 3039

Há algo que não bate certo.

Vês, há muitos podólogos que ainda olham para o calçado barefoot como se fosse o demónio.

Felizmente, nem todos. Já te conto o caso da podóloga da minha terra.

Mas ainda são a maioria.

Costumam dizer:


“Isso não tem suporte”

“Isso vai destruir o teu pé”.


E o pior é que dizem isso a pessoas que já têm os pés destruídos.

Pessoas angustiadas, que não sabem o que fazer, que já experimentaram mil palmilhas e que, quando vão ao enésimo podólogo porque mal conseguem andar, continuam a receber a recomendação de mais palmilhas para colocar no seu sapato convencional.

Não consigo perceber.

Não se trata de ajudar?

Ou trata-se apenas de vender?

Porque se for a segunda opção, é um mau caminho. Uma má vida. Um mau final.

Mas nem todos são assim.

Porque depois vejo a podóloga da minha terra a fazer o que deve ser feito.

Falo de ouvir, observar e procurar soluções fora do típico, do cómodo e do que se aprendeu na universidade há 20 anos.

Por isso, esta semana enviou-nos um homem diabético com problemas sérios de assaduras provocadas por sapatos duros e estreitos.

Porque o lógico não é repetir fórmulas falhadas.

O lógico é experimentar o que está a funcionar.

E que ninguém se ofenda, isto não é um ataque.

Mas quando alguém descarta algo que não explorou, não está à procura da solução.

O calçado barefoot não é magia, está bem, de acordo, mas também não é o inimigo.

O inimigo é aquele sapato que aperta, deforma, dói e provoca úlceras.

O inimigo é tentar colocar uma palmilha num calçado estreito, rígido e com salto.

E vá lá, avestruz, trata-se simplesmente de mudar de calçado!

Qual é o risco?

Porque tanto medo?

Se queremos soluções, teremos de deixar de repetir o de sempre, não é?

Por isso, se lês isto e sentiste que ninguém te ouve…

Se te disseram “é o que há”…

Se te fecharam a porta do calçado barefoot antes de a abrir…

Investiga.

Experimenta.

E abre a porta para um caminho diferente.

E já que falamos de caminhar…

Esta semana a minha recomendação é uma bota impermeável que possas usar desde um passeio pelo campo até um jantar informal, vê:


Não se trata de seguir modas.

Trata-se de que cada passo doa menos e liberte mais.

Efectiviwonder

A saúde começa nos teus pés.

Antonio Caballo.

2 Comments
  • Fe****** ******

    Fe****** ****** 2025-12-24

    Por experiencia propia, lo más complicado para dar el salto a este calzado es el elevado precio de algunos modelos, ya que no sabes si va a ser algo que puedas seguir usando a largo plazo o simplemente un experimento fallido. Y una vez que te animas a dar el paso necesitas bastante paciencia para ir fortaleciendo músculos que nunca has trabajado. Por eso mucha gente únicamente usa unas Saguaro para ir al gimnasio, baratas y luego vuelven a lo de siempre en la vida diaria. La industria del calzado barefoot se beneficiaría de promocionar la gama de entrada barata para atraer al gran público y que la concienciación sobre sus ventajas fuera creciendo.
    • An***** *******

      An***** ******* 2025-12-30

      Fernando, gracias por explicarlo tan bien.

      Es cierto que el precio frena, y que el pie necesita adaptación. Hasta ahí, 100% de acuerdo.

      Ahora bien, barefoot no significa caro. Hoy existen marcas de entrada perfectamente válidas para empezar: Batilas, Mustang Free, Coqueflex, Joma, Saguaro...

      El problema muchas veces no es el barefoot, sino que se prueba solo en el gym, pero se sigue usando calzado convencional 8–10 horas al día. Así es normal que el cuerpo no se adapte.

      La clave no es sufrir ni gastar un dineral, sino ser progresivos y coherentes.

      Y en ese proceso, los modelos sencillos y económicos no son un experimento, son la mejor puerta de entrada.

      Gracias por abrir este debate.
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