Se no final do dia os teus pés doem, estão cansados ou sobrecarregados, isto é para ti.
Um soco barefoot leve, flexível e com espaço real para os dedos.
Pensado para longas horas de trabalho sem pressão nem rigidez.
Hoje vais perceber porque é que as pessoas abandonam um hábito ou uma mudança antes de começar a funcionar.
Vais ver.
Começamos a fazer algo novo e, ao fim de três dias, já queremos ver resultados.
E se não os vemos, desistimos.
Dizemos: “isto não funciona”.
Hoje vais perceber porque é que as pessoas abandonam um hábito ou uma mudança antes de começar a funcionar.
Vais ver.
Começamos a fazer algo novo e, ao fim de três dias, já queremos ver resultados.
E se não os vemos, desistimos.
Dizemos: “isto não funciona”.
Acontece com o treino, com a dieta, com as aulas de inglês…
E acontece porque estamos feitos para nos focarmos no imediato.
Para avaliar o que está a acontecer agora.
Não o teu progresso daqui a alguns meses.
Mas a maioria das mudanças importantes não faz barulho no início.
Não se nota.
Como uma gota a cair todos os dias no mesmo sítio.
No início, nada.
Depois, uma marca.
E um dia, um buraco.
Com os pés acontece exatamente o mesmo.
Um sapato que não aperta os dedos não “faz magia” no primeiro dia.
Simplesmente deixa de incomodar.
Um calçado sem salto elevado não endireita a postura de um dia para o outro.
Apenas deixa de a empurrar para fora do sítio.
Uma sola que te deixa sentir o chão não te torna forte numa semana.
Mas ativa ossos e músculos que estiveram adormecidos durante anos.
E isso acumula-se.
Por isso o calçado que usas para trabalhar importa.
Muito.
Mais do que parece.
Porque não são apenas sapatos.
É o efeito acumulado de horas.
Dias.
Anos.
Esta semana comentava na comunidade do WhatsApp o cartaz de uma sapataria:
“Calçado de trabalho. Promoção.”
Por baixo, o de sempre.
Sola grossa.
Mole.
Stretch.
59 euros.
Pensei em quem os compra.
Empregados de mesa.
Profissionais de saúde.
Pessoas do comércio.
Pessoas que passam oito, dez, doze horas de pé.
Doze horas com o pé imóvel.
Apertado.
Apagado.
Quando o pé não se mexe, a circulação ressente-se.
Quando não há mobilidade, o retorno venoso não recebe ajuda.
E quando o pé não trabalha, o corpo desequilibra-se.
Depois vem o de sempre.
Pernas pesadas.
Um cansaço estranho.
Zero vontade de passear, treinar ou jogar paddle.
Não porque não queiras.
Porque não dá.
Por isso lançámos estes tamancos.
Não para te corrigir.
Não para prometer milagres.
Para algo mais simples e mais poderoso:
deixar que os teus pés façam o trabalho deles enquanto tu fazes o teu.
Para que se mexam enquanto trabalhas.
Para que não chegues completamente esgotado ao fim do dia.
E custam o mesmo que os da montra.
Porque a diferença não está no preço.
Está em como terminas depois de oito horas de trabalho.
Efectiviwonder.
A saúde começa nos teus pés.
Antonio Caballo.
Se no final do dia os teus pés doem, estão cansados ou sobrecarregados, isto é para ti.
Um soco barefoot leve, flexível e com espaço real para os dedos.
Pensado para longas horas de trabalho sem pressão nem rigidez.
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